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Querer.

Quero tudo. A liberdade e além. Mergulhar de cabeça no mundo. Sair dessa bolha, conhecer, viver. Experimentar, e acima de tudo, me desprender de qualquer amarra que me impeça de ser livre.
Quero voar. Planar sobre as nuvens que tingem o azul de branco tão suavemente. Sentir os dedos no algodão, abrir os braços e saltar. Observar homens como se observa formigas, os prédios como caixas de fósforos, e me sentir completamente liberta da cidade.
Dar piruetas no ar. Sentir o vento nos cabelos, e os pés, sem apoio algum. Pela primeira vez, não ter medo de altura, não ter certeza de onde piso. Não ter bom senso. 
Sentir sem receio e deixar a mente divagar. Inspirar fundo toda a felicidade. 

17

Eu teria muito mais o que falar
Se não fosse a merda do vestibular
Eu poderia ter bem mais a dizer
Se eu tivesse algum tempo a perder

Mas como eu tenho livros pra estudar
E o vestibular não pode esperar,
Desabafo em verso e tento escrever
Que com tanto estresse não dá pra viver.

hehe

No amor.

Estirada no sofá, com os pés apoiados nas almofadas, assistia a mais um programa na televisão, quando um simples comercial me fez a seguinte pergunta: ” No que você acredita? ” Isso me deu o que pensar.

Acima de tudo, eu acredito no amor. Tanto no próprio, como ao próximo. Amor à vida, amor de mãe, de pai ou de irmão. Amor inconsequente, que cega, enlouquece. Amor maduro, com os pés no chão. Amor que une pessoas, que vem do fundo do peito, que desespera. Que inspira poetas, músicos, filósofos, pintores, e, por mais que os inspirasse, nunca pôde ser traduzido em palavras. Que faz com que o homem sinta os pés tocarem as nuvens sem que caia do céu. 

É nesse amor abstrato, arrebatador e repentino em que eu acredito. Que muda rumos, vidas, e que, apesar de escondido, é inerente a toda a humanidade.

E você? No que você acredita?

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